É diabético? Cuide bem dos pés e evite usar chinelos de dedo

Meus amigos, eu quero bater um papo hoje com os diabéticos e o diabético que vai fazer um passeio e se divertir na praia. Legal, acho ótimo, tem que ir mesmo, vai curtir o sol, a praia e a família.

Agora o diabético, independente do tipo de diabete se é tipo 1 ou tipo 2, quanto tempo ele é diabético ou não, ele tem que prestar um pouco de atenção sempre nos seus pés.  E o que eu acabo falando aqui para vocês, meus amigos, são coisas que eu vejo no meu dia a dia.

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Então, o diabético vai à praia, descalço, e eu tenho um pouco de duvidas como o diabético se comporta na praia. Eu acho que ele pode ficar descalço um tempo. Ele deve ficar num local bem conhecido por ele, sentado numa cadeira, batendo um papo.

Mas a primeira coisa que o diabético tem que tomar cuidado é com relação à queimadura nos pés. Por quê? Porque o diabético tem uma alteração de sensibilidade, ele não consegue imaginar que está queimando os pés, ele acha que não está acontecendo nada e depois ele vai ver o pé queimado, cheio de bolhas.

Todo diabético sabe o que é ter uma lesão dermatológica nos pés por causa do sol, porque o risco do pé diabético, o risco de abrir uma ferida e não ter uma boa cicatrização é muito grande.

Então, sol, de repente o diabético não percebe, ele acaba pisando e infelizmente isso acontece. Gente que fuma, joga a bituca de cigarro no chão e o cigarro está aceso num lugar aberto que ninguém percebe, pisa, não vê que está com o pé queimado, porque a sensibilidade do diabético é diferente, pode causar uma queimadura na sola do pé. Eu já vi isso acontecer. Da mesma forma que o diabético pisa em alguma pedra, a espinho, concha quebrada e não percebe que pisou e faz ferimento na sola do pé, também pode ser muito grave.

O diabético também tem que tomar muito cuidado com a umidade por causa das frieiras, fungos e micose que também podem trazer problemas sérios para o seu pé e isso é muito comum acontecer na praia, na areia.

Por quê que eu estou falando? Eu acho que o diabético deve ir à praia sim, mas na hora de fazer a caminhada, preste bem atenção ao seu pé, deixe ele bem sequinho, coloque uma meia e calce um tênis já conhecido, habitual. Isso porque a pessoa às vezes pode pegar um tênis novo para viajar e não percebe que o tênis está apertando em algum ponto do pé, podendo levar a lesões.

Aí ele vai andar, fazer a sua famosa caminhada na praia, tem que tomar cuidado porque o piso da praia é irregular e cheio de coisas traiçoeiras como espinho, bituca de cigarro, cacos de vidro. Antigamente, eu via demais a tampinha da cerveja quando ela não ficava acoplada à lata. A pessoa tirava a tampinha e jogava fora, formava um verdadeiro anzol para furar o pé das pessoas. Então, tudo isso tem que ser muito bem analisado pelo diabético quando ele vai à praia, vai passear ou mesmo quando está no campo ou em lugares onde ele não está acostumado, que ele não sabe aonde vai pisar.

Sempre o diabético deve proteger bem os seus pés.

Evite usar chinelos que machucam ou marcam os dedos, aquela sandália de dedo que pode ser usada, mas pode machucar. E machucar um pé de um diabético é sinônimo de correr risco, de ter pé diabético, feridas infectadas com má circulação podendo levar até à amputação. Então, muito cuidado “diabético” que vai à praia ao campo, sem a devida proteção para os seus pés.

 

– Água viva, ouriço do mar, caramujo. O mais comum mesmo é aquela concha quebrada que fica fincada na areia, a pessoa não percebe, pisa e de repente entra alguma coisa no pé. Pode entrar no pé de qualquer um, mas quando acontece no pé diabético, o resultado disso pode ser muito pior.

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Até mais!

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