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Casos de pneumonia aumentam no outono e inverno

No vídeo, Dr Salim Médico de Família explica as causas e os sintomas da pneumonia

Estamos na região do outono, indo em direção ao inverno. Então, é uma época propícia para a pneumonia, que é um processo inflamatório de uma região do pulmão chamada alvéolo. O pulmão tem alvéolo, tecido pulmonar e os brônquios por onde chega o ar. O ar vem por meio da respiração no alvéolo, que joga oxigênio para o sangue e recebe o gás carbônico e vai embora.

A pneumonia acontece quando há uma reação inflamatória dessa região, produzindo catarro, secreção e pus. A doença pode ser causada, na maioria das vezes, por bactérias, e, às vezes, por vírus ou fungos. Nesse quadro, temos uma pneumonia, que pode ser pequena, moderada ou de grande intensidade.

Os sintomas da pneumonia são febre, tosse com catarro purulento e amarelado, falta de ar, sensação de chiado no peito e queda de estado geral, fraqueza. Às vezes, se a infecção é na área periférica do pulmão também pode haver dor na respiração.

Esses sintomas podem ser confundidos com gripe, bronquite e outros processos de origem respiratória. Porém, se eles se instalarem no corpo de maneira súbita por dois ou três dias, procure o médico, porque pode ser que você esteja com pneumonia.

O médico vai pedir exames para fazer o diagnóstico adequado e vai saber que, na maioria das vezes, a causa da pneumonia é um germe chamado pneumococo. O tratamento será feito com sete dias de um antibiótico, Lógico, que uma série de complicações podem ocorrer que modificam o diagnóstico.

Mas, se você tiver tosse, febre, catarro, secreção purulenta, dor para respirar, falta de ar, fraqueza, tem que se pensar em pneumonia e tem que procurar o médico.

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O que é herpes? - Dr Salim

O que é herpes?

É a infecção causada pelo vírus herpes tipo 1 e 2. Os vírus da família herpes têm a capacidade de desenvolver uma infecção crônica latente (não-manifesta) e recorrente (com manifestações clínicas) no homem.

A transmissão ocorre por contato direto de um indivíduo para o outro. Não é necessária a presença de lesão, já que algumas pessoas eliminam o vírus sem ter sintomas. A transmissão por meio de objetos contaminados é extremamente rara.

A primeira infecção pelo vírus herpes humano, tanto do tipo 1 quanto do 2, pode ocorrer em qualquer local do corpo, mas é mais frequente ao redor da boca e na área genital. Ela pode ser assintomática, ou se apresentar com febre, mal-estar e desconforto no local.

Na criança, a manifestação mais comum é a gengivo-estomatite, caracterizada pela inflamação e formação de bolhas em toda a superfície da mucosa da boca. As bolhas se rompem formando ulcerações dolorosas, que dificultam a alimentação. Esse quadro é acompanhado de febre, irritabilidade e aumento de gânglios linfáticos.

Em geral, essas lesões regridem em duas a três semanas. No caso da herpes genital, também pode ocorrer ardor ao urinar. A infecção primária costuma ser mais grave, e o restabelecimento mais demorado.

Após a infecção primária, o vírus se torna “dormente” até ser reativado. Nesse caso, os sintomas são menos intensos. As lesões recorrentes iniciam-se com sintomas de dor, queimação, ardência e formigamento; cerca de dois dias depois, as lesões típicas aparecem: base avermelhada, com um grupamento de pequenas bolhas de cor clara, ou amarelada, que formam crostas. As lesões duram de quatro a cinco dias, e desaparecem sem deixar marcas.

A frequência da infecção recorrente varia de pessoa para pessoa. Alguns fatores como estresse, febre, menstruação e exposição solar podem desencadear a infecção recorrente.

Na maioria das vezes o diagnóstico é clínico, não sendo necessária a confirmação por exames laboratoriais, embora eles possam ser realizados.

O tratamento dos surtos é difícil. Para as infecções primárias, e para pessoas que apresentam muitas recorrências, ou lesões extensas e dolorosas, podem-se utilizar medicamentos antivirais na tentativa de encurtar a duração dos surtos e aumentar o intervalo de tempo de seu aparecimento.

A prevenção pode ser feita evitando o contato com lesão herpética. Para pessoas com surtos recorrentes, estabelecer uma relação do surto com o fator desencadeador, como exposição solar, estresse e trauma local, e evitá-lo. Em algumas situações está indicada terapia supressora com antivirais.

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