Epilepsia afeta 50 milhões de pessoas no mundo

Segundo a Organização Mundial da Saúde, mais de três milhões dos atingidos residem na América Latina.

A epilepsia é caracterizada como uma doença na qual as crises epilépticas, sejam parciais ou generalizadas, se repetem de tempos em tempos. Isto significa que nem todo paciente que tem uma única crise epiléptica terá epilepsia.Nos casos de epilepsia é mais comum, embora não seja obrigatório, haver alteração em algum dos exames usados para investigação da causa da crise epiléptica.Veja as causas das crises epilépticas: https://drsalim.com.br/o-que-e-crise-epileptica/Nas crises epilépticas causadas por medicamentos, drogas, álcool e distúrbios metabólicos, a retirada destes fatores reduz o risco de novas crises.Em pacientes com risco de recorrência de crises, ou seja, epilepsia, o controle das crises pode ser feito com vários medicamentos. É importante caracterizar se a crise é focal ou generalizada, pois alguns medicamentos são melhores para um tipo de crise do que para o outro. Além dos medicamentos, alguns hábitos de vida podem ajudar no controle das crises: evitar períodos prolongados de jejum, procurando se alimentar pelo menos de quatro em quatro horas; variar pouco a hora de ir dormir e de acordar, respeitando as horas necessárias e suficientes de sono, ou seja, não dormir de menos e nem de mais; praticar atividade física regularmente sem exagero; evitar bebida alcoólica; não tomar qualquer medicamento sem o conhecimento do médico que está cuidando da epilepsia e respeitar o horário do medicamento antiepiléptico.É importante destacar que há o risco de complicações graves, incluindo risco de morte, ao se parar de tomar os medicamentos antiepilépticos de maneira abrupta; eles só devem ser suspensos com orientação médica.Alguns pacientes com epilepsia podem deixar de apresentar crises após algum tempo, às vezes anos, usando medicamentos antiepilépticos. Em outros, as crises podem permanecer completamente controladas, embora eles necessitem manter indefinidamente o medicamento antiepiléptico. Outros ainda podem ter cura, ou pelo menos controle mais adequado das crises, após cirurgia para retirada do foco epiléptico.

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CRM-SP 43163

É conhecido também como médico da família. Formado em 1981, na Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, concluindo residência dois anos depois, em 1983. Desde então, atua como clínico geral no Hospital Sírio Libanês, além de atender também em sua clínica privada.

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