Quem é médico sabe, em nossa profissão convivemos diariamente com a morte, ela faz parte da natureza humana, ou seja, estamos quase sempre preparados para nos confrontarmos com essa situação.

Digo quase sempre porque também somos humanos e há situação em que é impossível aceitar a morte. Hoje falo de um desses casos, o falecimento do menino Francisco Haddad, para os amigos simplesmente Chicão, de apenas 30 anos.

Filho único de pais maravilhosos, Emílio e Angela, Francisco Haddad era advogado com uma carreira promissora pela frente e morreu de mal súbito no último sábado quando fazia uma viagem de turismo pela Patagônia chilena, em um lindo lugar conhecido como Torres del Paine.

Eu, minha esposa Cristina, minha filha Amanda e meu genro Mateus, e meus filhos André e em especial Alberto, amigo desde sempre de Chicão, não conseguimos digerir essa tragédia que se abate sobre uma família tão especial e querida.

Não há palavras que consolem os pais nessas horas, apenas podemos dividir com eles a dor da perda de um menino de 30 anos, querido por todos e amado por sua família.

É muito difícil escrever nessas horas. Estou verdadeiramente inconformado com a morte do jovem Francisco Haddad. Sinceramente não sei o que dizer. A missa de sétimo dia será nesse sábado às 17 horas, no colégio Santa Cruz, onde estudou por boa parte da vida ao lado do meu filho Alberto.

A dor vai demorar para passar.

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CRM-SP 43163

É conhecido também como médico da família. Formado em 1981, na Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, concluindo residência dois anos depois, em 1983. Desde então, atua como clínico geral no Hospital Sírio Libanês, além de atender também em sua clínica privada.

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