Impeachment, resolvemos um problema, mas não o país

O impeachment da agora ex-presidente Dilma Rousseff é sem dúvida nenhuma um avanço para o país, que não aguentava mais os desmandos do governo petista, que havia transformado a coisa pública em algo que pertencia a um grupo de pessoas, que passaram a utilizar os recursos da união como se fossem de suas empresas privadas.

O Partido dos Trabalhadores deixa o poder após pouco mais de treze anos: oito de Lula e mais de cinco de Dilma Rousseff e a única certeza que podemos ter é que não deixa saudades.

O impeachment de Dilma Rousseff não nasceu da vontade de um ou outro partido político, mas sim da vontade popular, que lotou ruas e avenidas das principais cidades por não mais aguentar a corrupção que se transformou em algo quase institucional no governo do PT.

Não tenho dúvidas que houve crime de responsabilidade e que o impeachment está baseado no que manda a lei de nosso país.  Se não fosse assim, Lula estaria nesse momento usando a sua conhecida retórica para esbravejar, mas nem isso ele consegue, preocupado que está com a sua própria liberdade que pode acabar a qualquer momento.

Reconhecido esse avanço gerado pelo impeachment, nós brasileiros que trabalhamos e pagamos nossos impostos não podemos fraquejar, achando que o ocorrido já é o suficiente. Longe disso.

A casta política que se mantém no poder está longe de ser imaculada. A corrupção continua nas entranhas da nação e muitos dos que hoje estão no governo Temer, apoiavam Dilma e até faziam parte desse processo corrompido de poder.

A operação Lava Jato tem que continuar, doa a quem doer, e levar para a cadeia os bandidos que tiraram e tiram dinheiro dos cofres públicos para colocar em seus próprios bolsos. A saúde, a educação e o saneamento básico sofrem com a falta de recursos, enquanto políticos corruptos usam o dinheiro que deveria ser investido nessas áreas para enriquecer.

O Brasil precisa avançar,  fazer a economia crescer e dar melhores condições de vida ao seu sofrido povo.  A hora é essa. Precisamos mudar. O primeiro passo foi dado, afastando Dilma Rousseff e o Partido dos Trabalhadores do poder. Agora virão os passos seguintes, tão ou mais importante que o inicial. Não podemos aceitar mais que corruptos administrem nossa nação, afinal ela é de todos nós e, com certeza, não é deles.

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CRM-SP 43163

É conhecido também como médico da família. Formado em 1981, na Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, concluindo residência dois anos depois, em 1983. Desde então, atua como clínico geral no Hospital Sírio Libanês, além de atender também em sua clínica privada.

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