Os gases se formam dentro do trajeto do nosso aparelho digestivo, por uma série de motivos, por exemplo, engolir ar ao falar ou comer, que vai parar no estômago. Dr. Salim Médico de Família destaca também “os alimentos que nós ingerimos passam por um processo de digestão, onde participam as enzimas, sucos, substâncias, absorvendo no sangue algumas coisas e outras não, formando fezes”, explica. Segundo ele, as bactérias que fazem parte da nossa flora bacteriana participam deste processo. Todo esse conjunto associado forma os gases no estômago, no intestino delgado e no intestino grosso.

Dr. Salim Médico de Família esclarece que, quando a pessoa tem o aparelho digestivo normal, a quantidade de gases é mais ou menos proporcional. Há alimentos que fermentam mais e outros não, aumenta ou não o número, a quantidade e o volume produzidos. Eles são eliminados através da eructação (arroto) e da flatulência (pum) e tem um odor característico, porque se forma enxofre. Isso faz parte do dia a dia normal do aparelho digestivo.

Porém, “quando existe alguma doença, alguma mudança na flora, na movimentação do nosso intestino, alguma obstrução intestinal ou torção, esses gases não conseguem ir para frente, para ser eliminado, em forma de flatulência, estendem mais o nosso aparelho digestivo. Os gases ficam parados no nosso aparelho digestivo, dando distensão e dor”, elucida Dr. Salim Médico de Família.

Se você quiser diminuir o volume produzido pelo aparelho digestivo, não precisa tomar remédio. Para Dr. Salim, é necessário ir ao uma nutricionista ou a um médico e tentar entender quais são os alimentos que produzem mais gases. Há os mais famosos: repolho, nabo e batata-doce, por exemplo. “Então, se você está tendo muita produção sem ter nenhuma doença, procure fazer uma dieta adequada que não produza muitos gases e não seja tão fermentativo”, completa.

“Mas, se você tem um sintoma novo, de cólica, de dor, qualquer coisa no aparelho digestivo, não coloque a culpa nos gases, porque você vai cometer um engano. Você está tendo um problema, que merece ser analisado”, alerta Dr. Salim Médico de Família.

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