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Manual de diretrizes para enfrentar a obesidade

Em 10 anos, população obesa no Brasil passou de 11,8% em 2006 para 18,9% em 2016. E destes, apenas 2% recebem tratamento. Traduzindo em números, 42 milhões de pessoas estão com excesso de peso e apenas 4 milhões recebem tratamento. Diante a necessidade foi lançado o manual de diretrizes, acesse o manual na íntegra.A obesidade é uma doença crônica cujo avanço tem se dado de forma acelerada em todo o mundo nos últimos anos. Segundo a Agência Nacional de Saúde Suplementar, no Brasil, a situação não é diferente. De acordo com uma pesquisa, mais de 50% da população adulta está acima do peso, na faixa de excesso de peso e obesidade. Com o intuito de analisar a questão sob o ponto de vista das possibilidades de ação no setor da saúde privada, a ANS elaborou o “Manual de Diretrizes para o Enfrentamento da Obesidade na Saúde Suplementar Brasileira”. 

Estudo de Obesidade

O estudo foi realizado por um Grupo Multidisciplinar para Enfrentamento da Obesidade, criado pela ANS com o objetivo de promover melhorias e incentivos na atenção à saúde relacionada à prevenção e ao combate da obesidade.Tanto na saúde pública quanto na privada que hoje reúne 47 milhões de pessoas que pagam por um plano ou seguro saúde, o tema Obesidade é urgente e necessário uma vez que o excesso de peso e a obesidade constituem o segundo fator de risco mais importante para a carga global de doenças, e estão associados a várias doenças crônicas não transmissíveis, como doenças cardiovasculares, diabetes, cirrose, câncer de cólon, de reto e de mama, entre outras. O objetivo do Manual é compor uma orientação criteriosa, onde gestores de saúde possam se basear para a melhoria da qualidade de vida de seus beneficiários.Discute-se muito a necessidade de monitorar os fatores de risco, mapear as doenças crônicas, a compressão da morbidade e diminuição dos anos de vida perdidos por incapacidades. O enfrentamento da obesidade, enquanto resultado de uma complexa combinação de fatores biológicos, comportamentais, socioculturais, ambientais e econômicos, representa um grande desafio para o setor, (assista esse vídeo também, “Obesidade está relacionada mais aos hábitos familiares do que o fator genético”).A obesidade é uma doença multifatorial, muitas vezes silenciosa, e se não prevenida e cuidada corretamente, tem um impacto devastador na vida do indivíduo, bem como na economia do país.Segundo dados da pesquisa Vigitel, a proporção de beneficiários adultos de planos de saúde com excesso de peso vem aumentando desde 2008, quando foi realizado o primeiro levantamento, passando de 46,5% para 53,7%. O mesmo ocorre com a proporção de obesos, que aumentou de 12,5% para 17,7%. É importante ressaltar que, no Brasil, apenas 10% dos pacientes com obesidade são diagnosticados, e porcentagem inferior a 2% dos mesmos recebem tratamento para obesidade 

Viva melhor … sem gordura

  • Faça uma alimentação saudável, baseada nos dez passos para uma alimentação adequada, sistematizados pelo Guia Alimentar da População Brasileira (Ministério da Saúde, 2014);
  • Prefira os alimentos in natura ou minimamente processados a base da alimentação;
  • Evite o consumo de alimentos ultra processados – salsichas, linguiças, salames e presuntos, entre outros – e de alimentos preparados em frituras de imersão (batata frita, salgados);
  • Utilize óleos, gorduras, sal e açúcar em pequenas quantidades ao temperar e cozinhar alimentos e evitar caldos industrializados;
  • Diminua a ingestão de açúcar, gordura saturada e sal;
  • Aumente o consumo de frutas, verduras e legumes;
  • Mexa-se! Adeus sedentarismo. Aumente a prática de atividades físicas.

dr salim assinaturafaixa assinatura Dr SalimDr. Salim

CRM-SP 43163

É conhecido também como médico da família. Formado em 1981, na Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, concluindo residência dois anos depois, em 1983. Desde então, atua como clínico geral no Hospital Sírio Libanês, além de atender também em sua clínica privada.

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